Lista de interesse aberta · ago 2026

Você tem CNPJ.
Não tem que estar desprotegido.

Telemedicina, saúde a preço de grupo, seguridade e previdência para quem trabalha por CNPJ — com a camada jurídica que permite à empresa contratante pagar por isso sem criar prova de vínculo.

17,1 miMEIs ativos no Brasil
38%contribuem regularmente ao INSS
5,8 mividas no coletivo por adesão
Carteira de proteçãovisão do profissional
67/100

3 de 6 camadas ativas

Telemedicinaativa
Seguro de vidaativo
Vantagensativas
Saúdefase 2
Previdênciafase 2
Dado clínico separado da empresa contratante

Faça a conta

Dois números explicam quase toda a tese.

Compare o custo de proteger uma base de PJs ou veja o efeito de um aporte complementar para quem hoje depende apenas do DAS.

60
R$ 8.000
Por mês, na base inteira
Mesma base convertida em CLTR$ 840 mil
Contratos PJ + ParoloR$ 485 mil
Diferença em 12 mesesR$ 4,3 mi

O pacote representa 1,1% do contrato. Custo anual do pacote: R$ 64 mil.

O problema

Benefício para PJ não existe por construção, não por acaso.

Toda a infraestrutura foi montada ao redor da folha CLT. Quem trabalha por CNPJ fica fora por desenho — e encontra três travas simultâneas.

Trava 01

O regime fiscal exclui

O PAT sustenta a economia tradicional de benefícios e se aplica a quem tem vínculo empregatício.

Trava 02

O medo do vínculo

Com o Tema 1389 pendente, a orientação mais comum é não oferecer nada que pareça benefício de empregado.

Trava 03

O varejo custa caro

Sozinho, o PJ compra saúde, seguro e previdência sem massa, sem barganha e com fornecedores separados.

É aqui que está o produto

A diferença entre um benefício que gera risco e um que não gera é engenharia contratual, não generosidade. Aditivo, opt-in, justificativa e trilha documental podem ser software.

40 mibrasileiros na informalidade
10 mi+MEIs sem contribuição regular
80%do mercado com quatro incumbentes
R$ 0investidos hoje na maioria dos PJs

O pacote

Seis proteções, um contrato, uma fatura.

Cada item tem regulador, fornecedor e ciclo próprios. Por isso entram em ordem — e o estágio de cada camada fica explícito.

fase 1

Telemedicina 24h

Consulta em minutos, especialistas, receita digital e telepsicologia — o benefício que sustenta o hábito.

fase 1

Seguridade

Vida, acidentes pessoais, diária de incapacidade e auxílio funeral intermediados por corretora SUSEP.

fase 1

Clube de vantagens

Farmácia, educação, combustível, contabilidade, coworking e ferramentas para o dia a dia.

fase 2

Saúde em grupo

Plano coletivo por adesão, com dependentes, rede credenciada e gestão transparente de reajuste.

fase 2

Previdência

Aporte automático e uma leitura clara do que muda quando o profissional deixa de depender só do DAS.

fase 3

Investimentos

Distribuição via parceiro credenciado, quando proteção e reserva já estiverem funcionando.

Como funciona

Três passos para cuidar sem confundir a relação.

01

Diagnóstico

Mapeamento dos contratos e dos pontos de exposição antes de qualquer benefício.

02

Aditivo

Instrumento separado, terminologia orientada e registro de escolha sem penalidade.

03

Adesão e trilha

O PJ escolhe no próprio ambiente; a contratante recebe cobrança e evidência, não dado clínico.

Planos de referência

Faixas claras, sem esconder o estágio do produto.

Preços indicativos do modelo. Saúde varia por faixa etária, localidade e operadora; cotação real vem antes do piloto.

Essencial

Porta de entrada

R$ 39/mês
  • Telemedicina 24h
  • Clube de vantagens
  • Acidentes pessoais básico
Avaliar no piloto

Completo

Saúde e futuro

a partir de R$ 320/mês
  • Tudo do Proteção
  • Saúde coletiva por adesão
  • Aporte em previdência
  • Gestão de dependentes
Avaliar no piloto

Plano de cinco anos

Começar enxuto preserva o direito de acelerar.

Compare a recomendação capital-eficiente com um cenário venture apoiado em cartão e aquisição paga.

Vidas no ano 5150 mil
Pico de caixaR$ 4 mi
Break-evenAno 3
Margem no ano 534%
Receita líquidaR$ milhões
0,8A1
5A2
17,4A3
43,4A4
88,8A5

Modelo de sensibilidade, não previsão.

Perguntas

As seis que sempre aparecem.

Oferecer benefício ao prestador PJ não cria vínculo?+

O risco não nasce do benefício isolado, mas da forma: vocabulário de folha, obrigação, frequência e ausência de alternativa. A proposta da Parolo usa aditivo separado, justificativa de negócio, adesão opcional e trilha documental. Nenhuma estrutura elimina risco por completo; ela cria evidência verificável de autonomia.

Por que o Tema 1389 do STF importa?+

Ele deve definir critérios relevantes sobre contratação por CNPJ e prova de fraude em contratos civis. Enquanto não há uma decisão definitiva, a estrutura contratual e o registro da autonomia tornam-se ainda mais importantes.

Como a saúde pode sair a preço de grupo?+

Pelo coletivo por adesão: uma entidade elegível reúne os profissionais e uma administradora registrada na ANS intermedeia a contratação com a operadora. Por isso essa camada exige construção regulatória real.

Quem paga: empresa ou profissional?+

A empresa pode bancar, cofinanciar ou apenas dar acesso ao preço de grupo. A configuração pode variar, preservando escolha e autonomia do prestador.

A contratante vê meus dados de saúde?+

Não. Dado clínico é sensível e deve permanecer separado da camada comercial. A contratante vê adesão e cobrança, nunca consulta, diagnóstico ou histórico.

Já é possível contratar?+

A tese está em pré-lançamento e a recomendação é começar com poucos pilotos pagos, operação próxima e validação jurídica antes de escalar.

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